sábado, 12 de junho de 2010

Carta de Desfiliação do PT. Sandra Starling.

Carta de Desfiliação do PT. Sandra Starling. Hoje.

"MANDA QUEM PODE, OBEDECE QUEM TEM JUÍZO
Adeus ao Partido dos Trabalhadores

Ao tempo em que lutávamos para fundar o PT e apoiar o sindicalismo ainda “autêntico” pelo Brasil afora, aprendi a expressão que intitula este artigo. Era repetida a boca pequena pela peãozada, nas portas de fábricas ou em reuniões, quase clandestinas, para designar a opressão que pesava sobre eles dentro das empresas.Tantos anos mais tarde e vejo a mesma frase estampada em um blog jornalístico como conselho aos petistas diante da decisão tomada pela Direção Nacional, sob o patrocínio de Lula e sua candidata, para impor uma chapa comum PMDB/PT nas eleições deste ano em Minas Gerais. É com o coração partido e lágrimas nos olhos que repudio essa frase e ouso afirmar que, talvez, eu não tenha mesmo juízo, mas não me curvarei à imposição de quem quer que seja dentro daquele que foi meu partido por tantos e tantos anos. Ajudei a fundá-lo, com muito sacrifício pessoal; tive a honra de ser a sua primeira candidata ao governo de Minas Gerais em 1982. Lá se vão vinte e oito anos! Tudo era alegria, coragem, audácia para aquele amontoado de gente de todo jeito: pobres, remediados, intelectuais, trabalhadores rurais, operários, desempregados, professores, estudantes. Íamos de casa em casa tentando convencer as pessoas a se filiarem a um partido que nascia sem dono, “de baixo para cima”, dando “vez e voz” aos trabalhadores. Nossa crença abrigava a coragem de ser inocente e proclamar nossa pureza diante da política tradicional.
Vendíamos estrelinhas de plástico para não receber doações empresariais. Pedíamos que todos contribuíssem espontaneamente para um partido que nascia para não devermos nada aos tubarões. Em Minas tivemos a ousadia de lançar uma mulher para candidata ao Governo e um negro, operário, como candidato ao Senado. E em Minas (antes, como talvez agora) jogava-se a partida decisiva para os rumos do País naquela época. Ali se forjava a transição pactuada, que segue sendo pacto para transição alguma. 
"Recordo tudo isso apenas para compartilhar as imagens que rondam minha tristeza. Não sou daqueles que pensam que, antes, éramos perfeitos. Reconheço erros e me dispus inúmeras vezes a superá-los. Isso me fez ficar no partido depois de experiências dolorosas que culminaram com a necessidade de me defender de uma absurda insinuação de falsidade ideológica, partida da língua de um aloprado que a usou, sem sucesso, como espada para me caluniar. Pensei que ficaria no PT até meu último dia de vida. Mas não aceito fazer parte de uma farsa: participei de uma prévia para escolher um candidato petista ao governo, sem que se colocasse a hipótese de aliança com o PMDB. Prevalece, agora, a vontade dos de cima. Trocando em miúdos, vejo que é hora de, mais uma vez, parafrasear Chico Buarque: “Eu bato o portão sem fazer alarde. Eu levo a carteira de identidade. Uma saideira, muita saudade. E a leve impressão de que já vou tarde.” 

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Educação tem corte de R$ 1, 2 bilhão no Orçamento

PDF Imprimir E-mail
MEC foi o ministério que teve o maior corte de verbas, ficando com R$ 2,3 bilhões retidos
Os ministérios da Educação, do Planejamento e dos Transportes foram as pastas mais afetadas pelo contingenciamento adicional de R$ 10 bilhões no Orçamento, anunciado na semana passada. Segundo decreto publicado na segunda-feira no Diário Oficial da União, esses ministérios responderam por R$ 3,42 bilhões do corte adicional, mas outras pastas ganharam recursos porque houve reestimativa de despesas.
O maior corte ocorreu no Ministério da Educação, que perdeu mais R$ 1,278 bilhão em receitas. Com o novo bloqueio, a pasta agora está com R$ 2,339 bilhões retidos.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que o corte no orçamento não afeta a previsão inicial de R$ 59 bilhões para 2010. Segundo ele, depois da sanção da lei orçamentária houve duas entradas de novos recursos que superam o que foi contingenciado pelo decreto publicado na segunda-feira.
A primeira, de aproximadamente R$ 800 milhões, recompôs as perdas do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) em 2009 para os estados das regiões Norte e Nordeste. A outra é um projeto de lei que já está em tramitação e prevê R$ 1,2 bilhão para recompor os valores da merenda e do transporte escolares, cujo aumento foi dado no final de 2009 depois que orçamento já tinha sido encaminhado para o Congresso Nacional.
“O que foi contingenciado pelo decreto está dentro da nossa programação. Mas se houver uma melhoria na arrecadação, esses valores podem ser reconsiderados ao longo do ano”, disse Haddad. Segundo ele, o orçamento do ministério para o ano, depois dos corte e dos novos recursos, deve se manter entre R$ 59 e R$ 60 bilhões, “podendo chegar a R$ 61 bilhões”. (Agência Brasil)

terça-feira, 8 de junho de 2010

Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

Com cinco prêmios, "É Proibido Fumar" é o grande vencedor da noite - 08/06/2010 - 

A atriz Dira Paes deu início à cerimônia do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, exibido ao vivo no Canal Brasil nesta terça (8). No palco do Teatro João Caetano, no Rio de janeiro, a apresentadora interpretou um discurso apaixonado sobre o cinema, destacando uma homenagem do evento aos exibidores, responsáveis pelas salas de cinema. A abertura logo deu espaço aos atores Ingrid Guimarães e Murilo Rosa, anfitriões da noite.

Nova central é fundada, mas Intersindical rompe com o congresso

PSTU - Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado: "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"
Setor minoritário abandona o Conclat, com o argumento da discussão sobre o nome da nova entidade


• Milhares e milhares de ativistas sindicais se reuniram para eleger cerca de três mil delegados que se deslocaram de todo o país para Santos, com a proposta de fundar uma nova central. Existia um amplo acordo de formar uma central que fosse uma alternativa às centrais governistas, e com uma plataforma de ação para as lutas imediatas dos trabalhadores. Também houve acordo entre todas as forças convocantes do congresso de que as diferenças que existissem deveriam ser resolvidas pela base, no próprio congresso.

No entanto, depois de perderem a votação da última diferença, sobre o nome da entidade, a Intersindical, a Unidos para Lutar (CST), e o Movimento Avançando Sindical (MAS) romperam com o congresso, desrespeitando não só os outros delegados, mas também as regras sob as quais foi convocado o congresso.

Esses setores não aceitaram a proposta vitoriosa de nome: Conlutas-Intersindical. Central Sindical e Popular (CSP). Terão que explicar em suas bases porque rompem com um congresso em função de algo como o nome da entidade.

Essa discussão tinha como pano de fundo uma negação sectária por parte da Intersindical de que houvesse qualquer menção da Conlutas no nome da nova entidade. Queriam, assim, negar a rica contribuição dada nestes seis anos que a Conlutas existiu, como nas grandes mobilizações do funcionalismo contra a reforma da Previdência, nas duas grandes marchas a Brasília, na luta contra as demissões da Embraer, e em inúmeras greves pelo país.

Eles argumentam contra o “hegemonismo”. Que hegemonismo é esse, se o nome proposto era “Conlutas-Intersindical”? Na verdade, o que se queria era impor, de forma sectária, a exclusão de qualquer menção à Conlutas na nova central.

Estava em discussão, porém, mais que um nome. Estava em questão a metodologia da democracia operária. A Intersindical queria impor um critério do tipo “ou aceitam o que eu quero, mesmo sendo minoria, ou eu rompo”. Ou seja, não pode existir uma participação das bases em decisões, prevalecendo apenas o consenso entre as correntes políticas.

Se a nova central já nascesse com essa característica, nasceria morta. Amanhã viria o mesmo método em todas as questões políticas e se imporia a paralisia e o burocratismo. Por este motivo, o Conclat foi convocado de comum acordo, com outro critério, de que as diferenças seriam resolvidas através de votações dos delegados, ou seja, pela democracia operária. Foi com essa democracia que a Intersindical rompeu.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Oficial - Nota da Intersindical sobre o Conclat

Nota da Intersindical sobre o Conclat dos dias 5 e 6 de junho de 2010 em Santos

1-                 A Intersindical saúda todas as entidades sindicais e movimentos populares que se empenharam em construir o CONCLAT, fazendo inúmeras assembléias com os trabalhadores e trabalhadoras, elegendo delegados e delegadas, fazendo um esforço político e financeiro para a viabilização do Congresso da Classe Trabalhadora – Conclat, na perspectiva de construir um instrumento de luta, uma central, para organizar e dar voz a todos os lutadores e lutadoras, para organizar e aprofundar o combate ao Capital e aos governos neoliberais.

2-                 Infelizmente, o que não desejávamos aconteceu ! Tivemos que interromper o processo de fundação da central. O debate sobre a construção da nova Central (natureza, política e nome)  revelou a mais absoluta falta de vontade, por parte da maioria da CONLUTAS, em construir uma síntese de opiniões divergentes, optando pelo método, a partir de uma maioria numérica (pequena e eventual) de delegados e delegadas no congresso, de querer impor uma única visão.

3-                 O setor majoritário, Conlutas, de forma intransigente, impôs uma limitação ao riquíssimo processo de unidade, que culminou, simbolicamente, no debate de nome. A Intersindical e diversos setores sempre deixaram explícito que era preciso construir o NOVO, que não aceitávamos a a simples junção de nomes, que era necessário   um nome que expressasse uma concepção política classista e independente dos trabalhadores e trabalhadoras; e que neste processo de complexo de construção da unidade, o método deveria ser o da construção coletiva, sem exclusão e sem preponderância de qualquer setor.

4-                 Para nós, e para maioria dos lutadores e lutadoras presentes no Conclat, qualquer nome defendido pelas organizações convocantes, seria absolutamente aceito por todos os  delegados e delegadas do congresso, exceto um que significa-se a justaposição de apenas duas experiências que, apesar de importantes, têm limitações e que por isso mesmo se esforçaram com outros setores para realizar este congresso   e construir a unidade. A construção desta unidade é mais que apenas um ajuntamento de parte das organizações que estão envolvidas hoje.

5-                 Para nós da Intersindical o processo de formação da Central  está em curso. Os impasses que perduram, dizem respeito à concepção de central e de democracia operária e culminou na tentativa de imposição por parte do setor majoritário em aprovar como nome da central “Conlutas-Intersindi cal”, mesmo com a nossa desautorização, expressa em plenário, sobre a utilização do nome da Intersindical na proposta.

6-                 Reiteramos nossa disposição em construir um instrumento de luta unitário dos/das militantes combativos/combativ as que defendem a superação do capitalismo, mas reafirmamos também que não aceitaremos o método da imposição que se expressou no debate sobre o nome Conlutas-Intersindi cal não possibilitando a unidade e desrespeitando a caminhada e o esforço coletivo de todos os setores presentes nesta construção. Muito menos condiz com a idéia de uma Central que faz uma síntese da rica experiência do processo de reorganização do movimento sindical e popular dos últimos anos e que se abre para incorporar o máximo possível da nossa classe na luta contra a exploração.

7-                 Nos orgulhamos muito em saber que todos os setores que participaram do Conclat seguem juntos na luta, contra a repressão aos movimentos sociais, contra a retirada de direitos, pelo fim da exploração capitalista e contra os governos que aplicam estas políticas. Conclamamos que cada setor se esforce para superarmos os impasses e concretizar uma organização comum que anime e organize e luta dos trabalhadores e trabalhadoras para que estes possam dar sua contribuição, rumo a construção do socialismo.

Coordenação Nacional da Intersindical

Retrato em preto e branco dos aposentados e pensionistas do AERUS. Depoi...


Recebi este vídeo de ex-funcionários da Varig, solicitando divulgação.

Absurdo a situação dos companheiros. Divulgue também!

A Direita agradece essas presepadas.


Fui estudante na época em que lutávamos por democracia. Tive a felicidade de fazer política estudantil com figuras especiais: Julio Borba, Klausmar Siegel, Elvis Poletto, Gilberto Sá, Giovane Rossi Neto, João Fert e tantos outros. Naquela época o movimento exigia pulso forte. Fui presidente do DA das Ciências Sociais e fundador do DCE da UNIPLAC/SC. Não é fácil ser pobre e fazer política abaixo de zero. Filho de um operário da construção civil e de uma dona de casa. A vida era difícil, tinha que trabalhar e estudar. Não tinha almoço e “janta” na escola como tem hoje. E, eram nessas condições precárias que nas madrugadas ajudava as oposições sindicais, panfletando em portas de fábricas, sofria com o frio, mas era necessária a luta. Mas em momento algum nós estudantes, tomávamos o lugar Movimento Operário. Jamais!
Foi um equívoco gravíssimo do CONCLAT à aprovação de cota para estudantes dentro da nova central.
Creio que essa decisão absurda foi e com razão, o grande fundo de discórdia do Congresso. Esse era o momento de dizer: Camaradas, assim não! Ali era o momento da retirada do congresso. Pois, nesse momento ele deixou de ser um congresso de trabalhadores. O propósito tinha chegado ao fim. Outro motivo que poderia convencer os camaradas proponentes desse absurdo seria questionar com que legitimidade os estudantes entrariam na Nova Central? Alguém poderia explicar-me?
Lugar de estudante é nas escolas, nas ruas, acompanhando os movimentos da política estudantil e aí sim, definindo políticas. Nunca dirigindo o Movimento Operário. Como dizia o velho Lênin: Toda instituição tem sua estrutura natural e inevitavelmente determinada pelo conteúdo de sua ação.
Voltamos à estaca zero!

CONCLAT TERMINA SEM UNIDADE


Com os desafios da conjuntura, crise geral do capitalismo, massacre aos direitos dos trabalhadores com a flexibilização dos direitos trabalhistas, massacre aos recursos naturais para a demanda do capital, desrespeito aos aposentados e a luta contra o possível veto de Lula ao fator previdenciário, luta contra falsa polarização PSDB/PT, a defesa da Universidade Pública e luta contra o famigerado ProUni e tantos outros, chega ao fim, o tão esperado CONCLAT: Congresso da Classe Trabalhadora.

Congresso este, que tinha como grande desafio unir as forças de esquerda, os movimentos sociais e estudantis, aqueles e aquelas que não se entregaram para os governos e patrões termina sem a unidade. Acredite! Como previa poucos dias atrás: A unidade tão esperado pelo conjunto dos trabalhadores não passou de um jogo de vaidades. Unidade?  Só se meu grupo político for maioria.
As duas maiores Organizações CONLUTAS E INTERSINDICAL nunca se acertaram. Não seria nesse Congresso. Não precisava ser especialista no assunto para prever o que aconteceria. CONLUTAS com a maioria dos delegados apresentou um nome para a nova central, que foi aprovado pelo plenário do congresso. Resultado: A Intersindical solicita tempo de 20 minutos, para análise da “derrota” e resolve não voltar mais. Era o fim da unidade!

O motivo? Já disse aqui que achava estranho um Congresso da CONLUTAS um dia antes do CONCLAT. Não é assim que se constrói a unidade. No entanto, a disputa pelo nome da nova central não pode ser motivo para o  "fim da unidade".
O NOME DA NOVA CENTRAL. Parece brincadeira!

sábado, 5 de junho de 2010

Abertura do CONCLAT

Abertura do Congresso reafirma a unidade

Cinco de junho de 2010

Unidade é o desejo comum entre as entidades que compõem a construção e a formação da nova central sindical que represente a realidade da classe trabalhadora brasileira. Cerca de 3 mil participantes de todo o Brasil assistiram a abertura do Congresso da Classe Trabalhadora na manhã desta sábado (5), no Centro de Convenções Mendes, em Santos (SP). A atividade prossegue até amanhã (6).

A nova central tem por objetivo ser classista, combativa e internacionalista. Na mesa de abertura, o representante da Intersindical, Edson Carneiro (Índio), saudou a delegação internacional, enfatizando que a luta internacional dos trabalhadores deve ser direcionada contra o imperialismo. Para o sindicalista, o Congresso da Classe Trabalhadora acontece em um momento importante para a reorganização da classe. “É um instrumento de luta para mudarmos a realidade social, política e econômica em nosso país. Temos a tarefa de elaborar um plano de ação, um plano de combate para enfrentar a política do governo e dos patrões, como o plano de previdência ou o veto que Lula quer fazer ao reajuste do salário. Precisamos é criar um instrumento novo de luta e unitário e não apenas fazer uma somatória”, conclui Carneiro.

Sebastião Pereira (Cacau), coordenador da Conlutas, enfatizou a importância da nova central em congregar trabalhadores que estão há anos na luta e os que recém estão começando. "Aqui neste congresso estão companheiros que participaram dos Conclats e da fundação da CUT na década de 80. Mas também há colegas novos, assim como a juventude". Cacau lembrou que a idéia da unificação das duas centrais sindicais, Conlutas e Intersindical, não é algo recente, resultando do amadurecimento do debate. "Em 2006, em Luiziânia [Goiás], não nos unificamos. Por caminhos diferentes, estamos aqui hoje nos unificando. É isso o que importa", disse.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Estado do Rio inicia identificação de servidores no interior

Projeto Identidade Funcional: "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) inicia no próximo dia 7 de junho, segunda-feira, a identificação biométrica de todos os servidores estaduais ativos lotados em Resende, Itatiaia, Quatis e Porto Real. No dia 11 de junho, começa o recadastramento dos aposentados e pensionistas que residem naqueles municípios. A data de agendamento já pode ser vista no site www.idfuncional.rj.gov.br. Os servidores inativos e os pensionistas receberam cartas personalizadas, contendo os dados de seu agendamento (local, data e hora). Essas informações também podem ser obtidas pelo telefone 0800-2822326.

Ando devagar, por que ja tive pressa...E levo esse sorriso...Três mil acessos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O Blog bombou...O Blog bombouooooouuuuuuuuuuuuu!!!!!!!!!!!!!!!
Três mil acessos. To na maior felicidade. Grato galera, muito grato mesmo!
Muitíssimo grato
Pletsch

RJ - Relotação e Remoção: Novas regras.

RESOLUÇÃO CONJUNTA SEEDUC/EMOP Nº 508
DE 25 DE MAIO DE 2010
DESCENTRALIZA A EXECUÇÃO DE CRÉDITOS
ORÇAMENTÁRIOS NA FORMA QUE ESPECIFICA.
A SECRETÁRIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO - SEEDUC E O DIRETOR-
PRESIDENTE DA EMPRESA DE OBRAS PÚBLICAS DO
ESTADO DO RIO DE JANEIRO/EMOP, no uso de suas atribuições
legais, de acordo com a Lei nº 5.632, de 04 de janeiro de 2010, que
aprova o Orçamento Anual do Estado para o exercício de 2010, o Decreto
nº 42.239, de 14 de fevereiro de 2010, que dispõe sobre a programação
orçamentária e financeira e estabelece normas para execução
orçamentária do poder executivo para exercício de 2010, o Decreto
nº 42.436, de 30/04/2010, que dispõe sobre a descentralização
da execução dos créditos orçamentários e dá outras providências e o
Decreto nº 40.688, de 29 de março de 2007, que dispõe sobre a execução
de obras nos prédios públicos afetos aos serviços da Secretaria
de Estado de Educação, que neste ato passaram a ser de responsabilidade
exclusiva da Empresa de Obras Públicas do Estado -
EMOP, e tendo em vista o que consta no processo nº E-
03/1.608/2009,

quinta-feira, 3 de junho de 2010

FOA - DIA 27 DE JUNHO

Acompanhe o Programa da Foa.
http://www.unifoa.edu.br/vestibular/_vestibularJUN10/arquivos/manual.pdf
Selecionei um texto - link abaixo - que encontrei na internet, que vai ajudá-los. Buzanfa na cadeira e leitura galera.

http://carlospletsch.blogspot.com/2010/05/so-feio-em-pe-temas-que-podem-render-no.html

Êeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee


Dados do Inep assustam ao mostrar que o número de professores “leigos” no Brasil aumentou 35%.  São mais de 150 mil professores com formação inadequada. Êeeeeeeeeeeeeeee

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa: Ouvi uma professora dizer que alunos do Ciep são alunos da FEBEM. E quer mais? Tenho que chamá-la de colega. A alma dói. Dói não?

Uma pessoa me perguntou se eu ia fazer tour em Santos. Êeeeeeeeeeeeeeee

O estranho no ninho! A luta do certo contra o certo!É preciso ser duro como governo de Israel, não com o povo Israelense.

No Rio, Cabral resolve antecipar o pagamento dos servidores para o primeiro e segundo dias úteis. Como eu recebia lá pelo dia 4, fico grato a ele. Vai mudar muito minha vida. É um cara de pau. Esse Cabral é definitivamente um fanfarrão.

Olha que leio muito. Nunca li nada do pai dizendo o que acha do governo do filho! Fala veio?????

Falando no Governador-candidato, ele fez suas campanhas anteriores defendo idosos. O que ele fez pelos idosos? Vai apoiar o veto de Lula junto ao Fator Previdenciário? O cara já não gosta de crianças, agora vai sacanear idoso!

Hoje plantei um uma árvore! Será que o mundo ficará melhor por isso?

Fui convidado para ser candidato a Deputado Federal! Respondi que era uma honra, que fiquei feliz com o convite, mas não podia aceitar. Mas pra vocês eu posso dizer a verdade: Sacanagem comigo não é não? Êeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

Acho que por esses dias vai começar a Copa do Mundo! Lá na terra de Desmond Tutu, Taboo Mibeki e o grande mandiba Nelson Mandela. Mas também já foi a terra do Apartheid (regime segregacionista) dos Bantustões (bairros negros com terras inférteis) Já imaginou se estivéssemos nos anos 70? Arquibancada para branco, arquibancada para negro.

Sem ilusão: O Apartheid acabou! Nelson Mandela é um cidadão livre! Mas o negro Sul Africano continua morando em Bantustões.

O Dunga dos 7 anões convocou quantos jogadores do Ceará para a Copa?

Meus feiosos e feiosas querem que pare de fumar. Resolvi mudar minha vida. Troquei de cigarro. Agora fumo um mais barato! Êeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee







quarta-feira, 2 de junho de 2010

Boa notícia para os Servidoresl

BOA NOVA PARA SERVIDORES - Sérgio Cabral: "A partir de julho, salários serão pagos no primeiro e segundo dias úteis de cada mês

Os servidores do Estado do Rio receberam uma boa notícia na manhã desta quarta-feira, dia 2. O governador Sérgio Cabral anunciou que os salários serão pagos sempre no primeiro e no segundo dias úteis de cada mês. A medida começa a vigorar a partir do salário de julho, que será pago em agosto.

– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

SEEDUC - Secretaria de Estado de Educação

A Secretaria de Estado de Educação, por meio da Superintendência de Gestão de Pessoas, publicou no Diário Oficial desta segunda-feira (31/05), a Resolução nº 4.474 que revoga a de nº 4.332, definindo normas, rotinas e procedimentos para a movimentação dos membros da Secretaria de Estado de Educação.

É importante destacar o Artigo 19, que define novos parâmetros para a Relotação de Professores, onde o docente que permanecer com licença superior a 120 (cento e vinte) dias ficará com lotação provisória, ou na Coordenadoria Regional ou na Unidade Administrativa, aguardando a relotação em unidade escolar em que for identificada carência no Sistema de Quadro de Horário Internet/QHI.

Confira a Resolução nº 4.474, acessando o site da Imprensa Oficial.


SEEDUC - Secretaria de Estado de Educação: "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

CONCURSO DE REMOÇÃO - SP

Relação de Vagas
O Diretor do Departamento de Recursos Humanos, com fundamento no Decreto nº 55.143, publicado no DOE de 11 de dezembro de 2009 e na Resolução SE nº 95, publicada no DOE de 12 de dezembro de 2009, torna pública a abertura de inscrições, a relação de vagas e as orientações quanto aos procedimentos de inscrições e indicações do Concurso de Remoção da Classe Docente / 2010-2011 – Professor Educação Básica II e Professor Educação Básica I.

http://www.imprensaoficial.com.br/suplementos/educacao/ConcursoRemocao2010/unidades.asp

SP - CONCURSO PEB II

Secretaria divulga lista de classificados no concurso para
professores de educação básica II

A relação de classificação dos 52.839 candidatos aprovados
está no Diário Oficial do Estado desta terça-feira;
Serão convocados os 10.083 melhores classificados, de acordo
com o resultado da prova e a soma dos títulos dos docentes
O Diário Oficial do Estado traz na edição de hoje (1º/jun) a lista de classificação dos 52.839 mil candidatos aprovados no concurso destinado a docentes do Ensino Fundamental Ciclo II e do Ensino Médio (PEB II) e de Educação Especial da rede pública estadual.
Do total de candidatos aprovados na primeira prova do concurso, realizada no dia 28 de março, serão convocados os 10.083 melhores classificados, de acordo com o resultado do exame e a soma dos títulos dos candidatos. http://www.educacao.sp.gov.br/

terça-feira, 1 de junho de 2010

Texto do Jornalista Pedro Ayres - Você precisa ler!

Caros Companheiros
Pedro Ayres
Jornalista
Um dos mais antigos artifícios usados por quem defende conceitos direitistas tem sido a mais dura e severa crítica à esquerda e às organizações políticas progressistas. Foi e é o caso de alguns acadêmicos. O truque é simular um radicalismo que não existe, pois, quase sempre são pessoas avessas ao contato com a prática política de massa, embora seja a partir do povo que surge a raíz de qualquer ação e proposta política. Em  'Crítica de la filosofía del derecho de Hegel', Marx escreve: "La teoría se convierte en fuerza material desde que penetra en las masas. La teoría es capaz de penetrar en las masas desde que hace demostraciones ad hominem y hace demostraciones ad hominem desde que se convierte en radical. Ser radical es tomar las cosas de raíz. Y la raíz del hombre es el hombre mismo."
O bom do truque, principalmente quando se escuda em frases descontextualizadas ou abertas e de livres interpretações teóricas, é que fraciona e enfraquece o que poderia significar processos de acúmulos de forças, tornando mais frágeis as forças que dizem querer mais forte. O ilusionismo começa com o simplificação crítica a respeito das eleições em sistema capitalistas. É evidente que as eleições em  democracias representativas capitalistas pouco têm de revolucionárias, mesmo quando ganham esses epítetos. No entanto, quando esses processos eleitorais se realizam após lutas populares como o Caracazo(Venezuela) e as que aconteceram no Equador e na Bolívia, é possível que a quantidade de força obtida possa se transformar em qualidade e aí determinar um novo estágio para a luta política.